Não há vencedor sem disputa!
A
disputa eleitoral começou. Como sempre, os candidatos entram em campo de uma
forma não tão direta (bastidores). Outros, já usam todos os recursos para angariar
apoios e com isso chegar à vitória nas urnas, quando a derrota lhes parece
inevitável, entregam-se, seja por desânimo, por indigência intelectual ou por
puro oportunismo, e passam a procurar o “menos pior”.
É o que acontece com a disputa eleitoral deste ano. Em razão de
um aumento considerável no número de candidatos que aumento consideravelmente
na região e há quem diga que os números iram surpreender de forma nunca vista
antes.
Na eleição desse ano que veremos são episódios de disputas em
que profundas modificações se dão no processo eleitoral, produzindo grandes
mudanças na intenção de voto dos eleitores até o dia da votação. Já vimos isso
em eleições em todos os níveis. Fernando Henrique perdeu a eleição para
prefeito de São Paulo nas 48 horas que antecediam a eleição de 1985. Luiza
Erundina venceu o pleito municipal em São Paulo, em 1988, na última semana,
atropelando Paulo Maluf e João Leiva.
Em 1989, na sucessão de José Sarney, tudo fazia crer que Brizola
venceria. Para surpresa geral, o desconhecido Fernando Collor cresceu,
acompanhado de Lula. Os dois foram para o segundo turno e Brizola ficou de
fora.
O
processo eleitoral é complexo e muitos fatores alteram a intenção dos eleitores
expressa nas pesquisas quase que de um dia para o outro. A pesquisa não tem o
dom de prever o futuro, apenas retrata o presente.
Haverá um momento em que o eleitor se perguntará sobre quem é o
melhor, levando em conta seus perfis e o que pensam das questões que são
realmente importantes para a vida dos brasileiros e para o futuro da nação:
petróleo, infraestrutura, preços, salários, inflação, crescimento econômico,
democracia, valores éticos, escândalos. Tudo isso há de influir na decisão do
eleitor.
E nessa caminhada o que poderemos ver são pessoas tendenciosas
afirmarem que candidato A está na frente ou candidato B está quase eleito, aos
anos a forma da população votar mudou e como foi dito tudo pode mudar de um dia
para outro.
O cenário
em Petrolina está muito amplo, ou seja, temos candidatos em todas ás esferas e
só teremos a resposta após todo o pleito eleitoral e ai afirmamos que haverá um vencedor.
Não
há vencedor sem disputa!

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