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Herança de pai para filho na política garante famílias no poder por gerações



Os exemplos de homens públicos que montam uma carreira política e a entregam ao filho como herança acompanham o Brasil desde os tempos coloniais. De geração em geração, eles vão garantindo sua permanência no poder. As chamadas oligarquias [governo de poucos] espalhadas pelo país não são um privilégio brasileiro, mas um fenômeno típico de repúblicas em que o político é mais importante que a bandeira ideológica de seu partido. Isso em Petrolina tem sido visto de forma natural, a família é o que vale para manter a ideologia da chamada “herança politica” e se pode até rifar candidaturas de aliados históricos para se lançar um nome que não é tão conhecido no cenário politico petrolinense, e o que se pergunta: Será que é falta de pessoas de confiança ou simplesmente o projeto familiar que vale a pena?
E para dar força a um nome que antes período eleitoral se quer ouvia-se falar ouvimos promessas do tipo: Vamos melhorar o Hospital Dom Malan, ou até mesmo acusações que agora são usadas de forma ferrenha de que o governo do estado (antes aliado) não realizou a construção do hospital da mulher e assim vai à politica da “Família Controle” que é aquela do cala boca que quem manda aqui só eu e minha família.
Existem aquele apaixonados (puxa-sacos) que querem convencer a  população de que se a “Família Controle” sair do poder, a cidade para ou o estado para, ou aquela historia que Petrolina é o que é devido a politica da herança familiar e muitos esquecem que esses apaixonados eleitorais são os mesmo que dependem dessa herança para sobreviver.
Chegou a hora de analisar, e realmente ver se vale a pena seguir o projeto “Família Controle” ou conhecer políticos que tem e querem compromisso com nossa gente, com nossa terra dos impossíveis.

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